





Realizado por Marc Caro e Jean Pierre Jeunet Delicatessen é uma história que decorre no século XXI em França, num cenário pós apocalíptico de grande escassez de alimento.
O filme inicia de uma forma algo misteriosa, uma figura revestida dos pés à cabeça em lixo foge de uma charcutaria e vai num camião do lixo. Quando de repente encontra o terrível carniceiro (Jean-Claude Dreyfus) especialista em carne humana. A partir do momento em que o ex-palhaço, Louison chega a Delicatessen, a residência do carniceiro, e se apaixona pela sua filha, este vai arranjar-lhe emprego com o intuito de o fazer em picado. Julie (Marie-Laure Dougnac),que é violoncelista e vê muito mal, apaixona-se por Louison e quer salva-lo das garras do pai. Entretanto pede socorro a um bando de rebeldes que vive no underground.
O que conta neste filme, acima de tudo, é a visão imaginativa, a originalidade e o senso de humor bizarro, negro e muito subtil. Conta com uma atmosfera densa e sombria é visualmente muito bem elaborada. A história diverte pelas cenas caricatas e pelo fascínio que elas suscitam:uma sujeita obcecada pelo suicídio, que nunca consegue atingir o seu objectivo, um sujeito que se alimenta de sapos que cria, Julie que vê tão mal que passa a vida a partir objectos, ou os números de circo de Lousion.
Delicatessen é um filme pouco convencional, com um espírito irreverente, que agarra pelos pormenores únicos de cada cena. Com Delicatessem estamos no mundo do "faz-de-conta" e pelo sonho é que vamos.
O filme inicia de uma forma algo misteriosa, uma figura revestida dos pés à cabeça em lixo foge de uma charcutaria e vai num camião do lixo. Quando de repente encontra o terrível carniceiro (Jean-Claude Dreyfus) especialista em carne humana. A partir do momento em que o ex-palhaço, Louison chega a Delicatessen, a residência do carniceiro, e se apaixona pela sua filha, este vai arranjar-lhe emprego com o intuito de o fazer em picado. Julie (Marie-Laure Dougnac),que é violoncelista e vê muito mal, apaixona-se por Louison e quer salva-lo das garras do pai. Entretanto pede socorro a um bando de rebeldes que vive no underground.
O que conta neste filme, acima de tudo, é a visão imaginativa, a originalidade e o senso de humor bizarro, negro e muito subtil. Conta com uma atmosfera densa e sombria é visualmente muito bem elaborada. A história diverte pelas cenas caricatas e pelo fascínio que elas suscitam:uma sujeita obcecada pelo suicídio, que nunca consegue atingir o seu objectivo, um sujeito que se alimenta de sapos que cria, Julie que vê tão mal que passa a vida a partir objectos, ou os números de circo de Lousion.
Delicatessen é um filme pouco convencional, com um espírito irreverente, que agarra pelos pormenores únicos de cada cena. Com Delicatessem estamos no mundo do "faz-de-conta" e pelo sonho é que vamos.


Concordo com todas as tuas apreciações. É um filmaço: bizarro, negro e de um humor muito particular. Não me conquistou totalmente - sobretudo por causa do desenvolvimento do argumento - embora hajam sequências de puro génio. A rever, um dia destes. Jeunet, esse, é dos meus cineastas de eleição, aqui ainda numa frutuosa parceria com Caro.
ResponderEliminarCumps.
Roberto Simões
» CINEROAD - A Estrada do Cinema «
Este filme é genial!
ResponderEliminarBj
Roberto, penso que é um filme imperdível. Mas de Jeunet tenho muita curiosidade de ver ainda "Un long dimanche de fiançailles". Estará para breve. ;)
ResponderEliminarSpark, eu considero que tem momentos geniais.;)
Bjs
Ahhh...ainda bem que gostaste!
ResponderEliminarA construção dos personagens e a sua diversidade mostra o quão surrealista o filme pode ser.
Atente-se ainda no "pormaior" de não ter nem espaço nem tempo...
Divinal!
Pronto, falta-te ver o Brazil para completar o circuito com o Tuvalu.
Quanto ao "Un long..." um conselho: Vê com olhos de "ouver" e desliga-te do mundo! ;-)
Pedro é isso tudo, faltam-me ver esses dois. Vou tentar seguir o teu conselho e ver com olhos de "ouver";)
ResponderEliminarbjs
Aconselho o Luna Papa também (com a menina do Tuvalu) e do Jeunet se ainda não viste o La Cité des Enfants Perdus também em parceria com o Caro. Ah e o Taxandria do Servais.
ResponderEliminarÁlvaro, obrigada, ficam registadas as tuas sugestões,com muito agrado, como sempre.Lá irão para a lista de espera.;)
ResponderEliminarAinda não tive a oportunidade de o ver mas conheço a cena do ritmo entre o violoncelo, o sexo, a mulher a bater o tapete, está fenomenal.
ResponderEliminarDiogo essa é uma das cenas tem mais graça, sem dúvida.Vê que é muito bom.;)
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