“Dead Son Rising” será o 18º álbum de originais de Gary Numan a ser lançado pela Mortal Records a 24 de Outubro. O álbum sucede "Jagged" de há cinco anos. Gary Numan esteve pela primeira vez em Portugal o ano passado, para apresentar a reedição do seu álbum “The Pleasure Principle” de 1979. Para 2012 Numan tem já previsto um novo álbum: "Splinter".
Bad As Me é o novo projecto de Tom Waits. Cinco anos após Orphans: Brawlers, Brawlers And Bastards, colectânea que foi o último registo com temas inéditos do músico. Do disco já foi dado a conhecer o primeiro single, de título homónimo.Sairá a 24 de Outubro.
Jorge Lima Barreto, referência de vanguarda em Portugal, experimentador, músico e musicólogo, faleceu no sábado, aos 61 anos. Compôs música para as mais diversas áreas: poesia, teatro e cinema e também realizou programas de rádio. Fundou a AnarBand, a Associação Música Conceptual e os Telectu, onde viria a desenvolver um projeto combinando jazz mais livre, música eletrónica, concreta e minimalista. Colaborou em dueto com Carlos Zingaro e com Jonas Runa. Dedicou toda a sua vida ao mundo da música. Editou dezenas de discos e deixou uma extensa obra literária sobre musicologia. Tocou e gravou com grandes músicos internacionais de jazz como Chris Cutler, Elliot Sharp, Saheb Sarbib, Louis Sclavis ou Jac Berrocal. Jorge Lima Barreto foi pioneiro até ao fim. Criou o seu próprio estilo, norteando sempre a sua actividade pela procura de novas sonoridades. Uma figura ímpar no panorama musical português.
Para os interessados, podem ler aqui mais detalhadamente, o riquíssimo percurso de Jorge Lima Barreto.
A Canticle for Leibowitz de Jorge Lima Barreto/Saheb Sarbib, retirado do álbum Encounters (1979)
Solstice II de Jorge Lima Barreto, retirado do álbum Neo Neon (2003).
Em memória de Jim Morrison, Père-Lachaise voltou a ser o local escolhido para recordar o “Rei Lagarto”, demarcando 40 anos de ausência de um dos maiores músicos e compositores de sempre. Eu também já cumpri profecia por lá. Para recordar, aqui fica uma das minhas músicas preferidas dos Doors:”Riders On The Storm”. Faixa que encerra o lado B, do sexto e último álbum de estúdio da banda: L.A. Woman de 1971. Foi o último disco gravado com a formação original da banda, antes de Jim Morrison morrer.
Depois de muito procurar, encontrei a companhia certa, para um fim-de-semana de trabalho. Em modo repeat, tocou este álbum "Ashram", com nome homónimo da banda italiana, simplesmente fabuloso. Conjugação perfeita entre voz, piano, violino e violoncelo. Para a difícil escolha de um tema, destaco Elisewin, Frágil e Forever at your mercy. O ano passado tive o prazer de os ver actuar, a abrirem o festival Entremuralhas, no castelo de Leiria. O lugar adequava-se na perfeição. Álbum altamente recomendável.