16/04/10

Crash - 1996




Cronenber chega a Crash a partir do livro de Ballard, que encena corpos e máquinas como criaturas e produtos tecnológicos .
Crash inscreve-se num mundo hipnótico à procura de uma nova existência.
Cronenberg inventa a existência humana. Os carros e os acidentes de viação são em Crash um meio usado para reduzir nos humanos um certo sonambolismo.
O transe de Crash é vanguardista, interior e declarado na definição obsessiva das personagens e na visualização dos seus movimentos, sobretudo interiores.

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