Cronenber chega a Crash a partir do livro de Ballard, que encena corpos e máquinas como criaturas e produtos tecnológicos . Crash inscreve-se num mundo hipnótico à procura de uma nova existência. Cronenberg inventa a existência humana. Os carros e os acidentes de viação são em Crash um meio usado para reduzir nos humanos um certo sonambolismo. O transe de Crash é vanguardista, interior e declarado na definição obsessiva das personagens e na visualização dos seus movimentos, sobretudo interiores.
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